Quando se trata de alimentação precisamos tomar muito cuidado. Uma geladeira mal organizada pode afetar gravemente a saúde de toda a família, pois um alimento mal acondicionado pode provocar infecção alimentar, e em casos mais graves levar à morte. Acompanhe algumas dicas!


Zona gelada: Prateleiras logo depois do congelador: Alimentos pré-cozidos gelados, carnes cozida, queijos suaves, saladas preparadas, pratos preparados em casa e sobras;
Zona fria: Prateleira do meio ou mais abaixo: Leite, iogurte, sucos de frutas, queijos duros, ovos, manteiga, margarina, pastas salgadas p/ pão, gorduras para cozinhar;
Gavetas para vegetais: Vegetais e frutas apropriados para armazenagem a baixas temperaturas, e vegetais, como alface sem lavar, tomates inteiros, rabanete, pepino e aipo;
Porta da geladeira e compartimentos: Leite, bebidas leves, sucos de frutas, garrafas abertas e potes demolho, geleia, ovos e molhos para salada.

Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.


Consumir alimentos saudáveis através de uma dieta balanceada pode ser fundamental para viver mais. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Por outro lado, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. 

Consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3. 

Além de diminuir o peso, praticar exercícios também ajuda a fortalecer os músculos e articulações, o que melhora o equilíbrio e evita quedas e outros acidentes. Os benefícios dos exercícios são sentidos pelos idosos desde a melhora da saúde até o aumento da capacidade física, cognitiva e da autoestima. 

Por isso, tenha sempre uma alimentação saudável e pratique atividade física independente da sua idade.

Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.



Uma unha bem feita, com boa aparência é tudo que desejamos. Mas, muitas vezes, por mais bem cuidadas que estejam, pode acontecer de ficarem quebradiças, fracas, com aquelas marquinhas brancas. Se isso está acontecendo, fique atenta, pois pode ser um sinal de deficiência de algum nutriente ou algum problema de saúde.
As unhas são formadas de queratina, que tem como função proteger as mãos e os pés. Se você percebe que algo está errado com suas unhas, é bom investigar. Elas podem se enfraquecer por vários motivos: alergia de algum produto, deficiência de nutrientes, uso de esmalte de má qualidade entre outros. Por isso é importante consultar um dermatologista e um nutricionista para saber o que está acontecendo.

Que tal fazer um “tratamento” que as nutra de dentro para fora? Quando as unhas ficam quebradiças ou esbranquiçadas, o nosso organismo está dando um grito, avisando que há algo errado: normalmente falta de alguma vitamina.
Olhe suas unhas e verifique se a sua alimentação esta carente de minerais como cálcio, zinco e magnésio. Como identificar isso? Veja se você está ingerindo brócolis, couve-de-bruxelas, lentilha, repolho, carnes magras, feijões, cereais integrais, leite e derivados.
A deficiência por nutrientes geralmente acontece pelo consumo inadequado dos alimentos fontes desses nutrientes, que geralmente são: cálcio, ferro e vitaminas do complexo B.

Veja alguns sinais que geralmente identificam a deficiência e saiba quais alimentos consumir:

· Listras nas unhas indica falta de vitamina B (ovos, carnes, aves e leite).

· Unhas secas e quebradiças indica falta de cálcio (leite e derivados, peixes, vegetais de folha verde escura).

· Para ter unhas fortes invista em alimentos que tenham biotina (encontrada em peixes de água salgada, gema cozida e grãos integrais) e as demais vitaminas do complexo B juntamente com aminoácidos, além das vitaminas C (encontrada na laranja, limão, morango, goiaba), e E (presente em vegetais de folhas verde escura, oleaginosas, grãos integrais). Eles auxiliam o corpo a produzir queratina, protegendo-as.

· O ferro é outro nutriente essencial. Você o encontra nos vegetais de folhas verdes escuras como o espinafre, a rúcula e o almeirão, nas carnes, fígado e ovos.

· A vitamina A é importante para a formação dos tecidos epiteliais e estruturação das unhas que contribuem para o fortalecimento.
Faça uma análise e veja está comendo diariamente esses alimentos, se perceber que pode ser esse o motivo das suas unhas estarem fracas, inclua-os em seu cardápio e garanta mais saúde e beleza para elas. Se o problema persistir consulte um nutricionista para uma avaliação mais específica.
Mas atenção!!! Se você está com falta de algum destes componentes, prefira ingerir estas vitaminas através dos alimentos frescos ou mesmo congelados.

Evite tomar comprimidos para suplementar estas carências!!!


Texto elaborado por AMANDA REIS – NUTRICIONISTA.


Já pensou em viver feliz e de bom humor apenas... comendo? Pois diversos estudos e pesquisas indicam que hábitos alimentares saudáveis podem interferir diretamente no nosso humor. Quem tem bons hábitos de alimentação sofre menos com estresse, ansiedade e depressão.

Aquela história de que você é o que come se aplica também ao bom humor. Há uma série de alimentos que podem contribuir para melhorar o ânimo porque estimulam a produção dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer, bem-estar e euforia – entre os quais serotonina, dopamina, noradrenalina e acetilcolina.

Nesse caminho, um ingrediente é fundamental: o triptofano, um aminoácido que compõe a serotonina. Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, responsável por reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite e até melhorar a qualidade do sono.

O mais estudado neurotransmissor é a serotonina. Sua produção pode ser aumentada com o consumo de alimentos ricos em triptofano, um aminoácido, e carboidratos. É por isso que quando alguém está chateado e como um doce tem a sensação de que melhorou. Eles elevam os níveis de insulina e ajudam a separar o triptofano dos outros aminoácidos, facilitando sua absorção.

Uma observação importante: ficar muito tempo sem comer reduz os níveis de glicose, o que pode afetar negativamente o humor. Assim, o ideal é alimentar-se seis vezes ao dia: café-da-manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia.

Conheça alguns dos principais alimentos que podem ajudar a melhorar e manter alto astral.
Chocolate: além do açúcar, contém tirosina – substância que estimula a produção de serotonina – e minerais importantes como cobre, manganês e magnésio (nutriente que fica em falta no período pré-menstrual). Dispara a produção de endorfina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelo relaxamento. Os mais recomendados são os com 70% de teor de cacau pelo alto poder antioxidante.

Aveia: cereal que contém altas doses de triptofano. Além do aminoácido que auxilia o organismo a liberar a serotonina, também tem bons níveis de selênio, que colabora para a produção de energia.

Banana madura: contém duas substâncias que auxiliam o humor: os carboidratos, que estimulam a produção de serotonina e a vitamina B6, que garante mais energia. É ótima como opção de lanche rápido.

Brócolis: rico em ácido fólico, que é importante para a liberação da serotonina. Além de garantir o bom humor, renova as células e previne defeitos no sistema nervoso dos fetos, portanto é essencial para as gestantes.

Espinafre e folhas verde-escuras: têm efeito antidepressivo por serem ricos em magnésio – que atua na produção de energia, potássio e vitaminas A, C e do complexo B, que ajuda a manter o sistema nervoso tranquilo.

Frutas oleaginosas: são as nozes, castanhas, amêndoas e a mais poderosa de todas, a castanha-do-brasil. Auxiliam na diminuição do estresse por conterem um importante antioxidante, o selênio.

Laranja, maracujá e jabuticaba: por terem altas doses de vitamina C, previnem o cansaço e combatem o estresse. Também colaboraram com as defesas do organismo. A jabuticaba ainda tem a vantagem de conter vitaminas do complexo B.

Leite: produz um efeito relaxante em toda a musculatura graças ao triptofano, que é precursor da serotonina.

Ovos: contêm substâncias que garantem o bom humor, como a tiamina e niacina (vitaminas do complexo B), além de fazerem bem para a memória.

Peixes e frutos do mar: grandes fontes de minerais importantes para a atividade cerebral, como o selênio. Também ajudam a combater o cansaço e a ansiedade. Os frutos do mar são ricos em zinco, mineral essencial para o bom humor.

Pimenta: a sensação de ardência é provocada pela capsaicina – substância presente na pimenta – e faz com que o cérebro produza mais endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de euforia. A pimenta-de-cheiro, a vermelha e a malagueta são as melhores para o humor.

Sementes de abóbora e girassol: ricas em triptofano, além auxiliarem na manutenção do bom humor, também ajudam a melhorar a qualidade do sono. Podem ser consumidas entre as refeições, como lanche.

Alface: tem poderoso efeito calmante em razão da lactucina, substância presente em maior quantidade nos talos e coração, que devem fazer parte das saladas, juntamente com as folhas.

Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.

Se você é daqueles que pensa que pular o café da manhã é uma boa estratégia para economizar calorias está enganado… 
Porém, pode nem pensar assim, pode simplesmente pular o café da manhã por falta de tempo ou falta de apetite.
Independente do motivo alegado saiba que está cometendo um erro muito grande ao acordar e não se alimentar em no máximo 30 minutos…
Pular qualquer refeição não é nada saudável. Quando essa refeição é o café da manhã os efeitos são ainda piores. Pessoas que costumam sair de casa pela manhã sem fazer uma refeição completa costumam armazenar mais gordura ao longo do tempo.
Além do que, pessoas que costumam pular o café da manhã têm 27% mais risco de sofrer doenças coronarianas. Quem pula o café da manhã, também tende a compensar na hora do jantar, o que pode acarretar maior acumulo de gordura.

Quando estamos dormindo, o corpo entra em estado de relaxamento total, então tudo funciona mais devagar e o metabolismo cai também.
Se acordamos e continuamos sem comer, o metabolismo não terá recebido nenhum estímulo para começar a funcionar normalmente, então, quanto mais tempo a pessoa demorar para fazer a primeira refeição do dia, mais tempo o metabolismo irá demorar para "entrar nos eixos". 
Cada vez que nos alimentamos, a temperatura do corpo sobe e o gasto calórico aumenta, afinal, precisamos de energia para digerir e metabolizar os nutrientes, então, se logo que acordarmos oferecermos uma refeição saudável, o metabolismo começa a funcionar cedo à todo o vapor.
Além de ajudar na queima de gordura e redução de apetite ao longo do dia (principalmente apetite por guloseimas e carboidratos refinados), tomar café da manhã todos os dias, melhora o funcionamento cerebral, ou seja, você se mantém mais concentrado e focado no trabalho, nos estudos, treinos, etc.

O café da manhã é, sem dúvida, a refeição mais importante do dia por uma série de motivos - entre eles, por fornecer ao corpo energia suficiente para começar o dia e evitar que uma pessoa tenha muita fome na hora de almoçar e, consequentemente, coma exageradamente. Uma nova pesquisa feita na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, confirma a importância do desjejum ao engrossar a lista de problemas que essa refeição ajuda a evitar. Segundo o estudo, homens que pulam o café da manhã têm 27% mais riscos de infartar ou de sofrer uma doença coronariana fatal.
Você precisa prestar atenção a esses detalhes em sua dieta, ou então todos os sacrifícios que você está fazendo agora não vão ter resultados no futuro. 
Não pule o café da manhã. Essa refeição está associada a uma diminuição do risco de ataques cardíacos. Incorporar alimentos saudáveis é uma forma fácil de garantir que a refeição forneça uma quantidade de energia adequada e um equilíbrio de nutrientes saudáveis. Adicionar nozes e frutas picadas em uma tigela com cereal integral, por exemplo, é uma ótima maneira de começar o dia.
Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.






Depois do almoço ou do jantar dá muita vontade de comer um doce de sobremesa, não é mesmo? Outros momentos também convidam a um “docinho”: o café da manhã, o lanche da tarde ou o do meio da noite, quando dá a irresistível vontade de “assaltar” a geladeira. Até aí, nada de errado. Tudo normal.

Porém, muitas pessoas tem absoluta necessidade de comer algo que contenha açúcar. Não se sentem bem, nem física, nem emocionalmente, a ponto de que a falta do açúcar acaba interferindo no humor e nas atividades normais do dia a dia. Por isso cabe a pergunta: será que o açúcar “vicia”?

Pode parecer exagero, mas infelizmente, é isso mesmo, o açúcar vicia. E o pior de tudo é que as mulheres são as maiores vítimas.
O stress, a TPM, solidão, tristeza, decepção e sentimentos como este são alguns dos motivos que levam as mulheres a recorrer a algum tipo de doce bem açucarado. Problema é que, de acordo com o tempo em que a mulher vem comendo doces na sua vida, vai se tornando uma dependente de açúcar, sem perceber.
O açúcar tem uma função que é alterar justamente os hormônios que mexem com o apetite, e assim cada vez mais a quantidade consumida acaba crescendo.
O consumo de açúcar vem crescendo a cada ano, é considerada uma droga estimulante, lícita, e pouco se discute sobre seus prejuízos à saúde humana. Para se ter uma ideia, de acordo com a Embrapa, em 50 anos, os brasileiros adicionaram 68 gramas do produto por dia em suas refeições. Isso equivale a cinco colheres de sopa. De acordo com o órgão de pesquisa agropecuária, nós consumimos cerca de 150 gramas de açúcar diariamente – a média mundial é de 57 gramas.

Seu consumo exacerbado vem trazendo consequências perigosas para a população, chegando a ser considerado um problema de saúde pública, atualmente, por gerar uma série de desequilíbrios sistêmicos. 

A dependência química do açúcar gera sensação de prazer, estimulando neurotransmissores cerebrais. Essa reação boa leva ao vício. A sensação de satisfação dura pouco: apenas até o momento em que a insulina, substância produzida pelo pâncreas, entra em cena para varrer todo esse açúcar da corrente sanguínea e levá-lo às células, estocando-o em forma de gordura. Com ele fora da circulação, você volta a sentir falta do ingrediente e o ciclo recomeça. Quando há excessos, o pâncreas sofre sobrecarga e deixa de produzir insulina. Como resultado, a pessoa desenvolve diabetes.

O açúcar é apenas um alimento calórico, de baixa qualidade nutricional, que não oferece benefícios para o organismo. Ele rouba nutrientes, podendo alterar o meio digestivo no estômago, prejudicar a absorção de vitaminas e minerais, interferir na digestão e na absorção intestinal, além de facilitar o aumento da excreção de alguns nutrientes dentro do organismo. 

Pouca gente sabe, mas o açúcar traz prejuízos ao intestino, pois é o alimento preferido de bactérias patogênicas, fazendo com que as colônia cresçam rapidamente, e, ao mesmo tempo, diminui o número dos organismos que ajudam a flora intestinal. Outros malefícios são o aparecimento de diabetes, o aumento de cáries, infecções e osteoporose, relacionada à perda lenta e constante de cálcio e magnésio, lesão nas paredes dos vasos sanguíneos, obesidade, envelhecimento precoce (aumento de radicais livres), hiperatividade, ansiedade e dificuldade de concentração e irritabilidade.

Existe um processo natural do corpo chamado glicação. Com outros mecanismos, como a oxidação, ele é responsável pelo envelhecimento. Depois de muito tempo de consumo contínuo de açúcar, as consequências para a pele serão para a vida toda!

Descobriu-se também que as células doentes exigem mais glicose do que as normais para funcionar. Isso quer dizer que o açúcar seria essencial para a proliferação e o crescimento de tumores. 

É fundamental o uso controlado e limitado desse alimento, para garantir a qualidade e o equilíbrio do corpo. Por meio de trocas inteligentes, como o uso de açúcar mascavo e o orgânico, podemos ingerir alguns nutrientes interessantes. Mesmo assim, o consumo tem de ser consciente e equilibrado, para garantir a saúde física e mental.

Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles, feito com ratos de laboratório, mostrou que uma dieta com elevada dose de açúcar deixa o cérebro mais lento, prejudicando a memória e o aprendizado. De acordo com o estudo, o consumo excessivo pode interferir na capacidade da insulina de regular como a célula usa e armazena esse ingrediente, o que é necessário para o processamento de pensamentos e emoções.

Quem é dependente de açúcar, com certeza terá crises de abstinência caso seja retirado de uma só vez todo o consumo, mas uma ótima dica é trocar o açúcar do café por adoçante à base de sucralose, trocar o refrigerante por sucos e tomar bastante água ao longo do dia, por exemplo.

Deixe o sedentarismo para depois, comece a fazer atividades físicas, seja em academia, ao ar livre ou mesmo assistindo a vídeos de exercícios que são encontrados na internet. Faça pelo menos 30 minutos de atividade física diariamente, pois seus hormônios do bem estar serão liberados e a ansiedade irá diminuir bastante.

Não fique mais de 3 horas sem se alimentar- pois a fome vai aparecer com tanta força, que o primeiro doce que encontrar será devorado. Se for preciso procurar um nutricionista para fazer uma dieta adequada para a sua situação, faça, pois com certeza ele irá te ajudar a burlar essa vontade de comer doces.

Essas são apenas algumas dicas básicas, mas que podem fazer toda a diferença para uma melhor qualidade de vida.
Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.