O hábito de comer e beber em pratos e copos pequenos ajudam na saciedade!

O prato pequeno contribui para evitar exageros e, se a pessoa pensar em repetir, dá tempo de ela ter comido o primeiro prato e passar o tempo necessário (cerca de 15 minutos) para a mensagem de saciedade chegar até o cérebro.

Outra dica útil para o dia a dia é picar os alimentos, pois assim o prato fica cheio e o cérebro entende que comeu mais. 

Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.


Antes mesmo de engravidar, seu corpo precisa de ferro para realizar uma série de funções, como a produção de hemoglobina (proteína do sangue que ajuda a carregar oxigênio para as células do corpo) e a manutenção de um sistema imunológico saudável. 

O ferro é com frequência esquecido, mas uma em cada quatro mulheres em idade fértil sofre de deficiência de ferro. Esta deficiência é ainda mais fácil de surgir durante a gravidez, já que as necessidades da grávida vão quase duplicar: de 16 mg/dia antes da gravidez para 20 ou 30 mg/dia durante o terceiro trimestre. Daí ser tão importante ter atenção ao seu aporte de ferro antes e depois da concepção!
Porquê? O ferro é o principal constituinte da hemoglobina, permitindo que os glóbulos vermelhos transportem o oxigênio até às células. Este mineral é importante tanto para a mãe como para o bebê, já que o ferro está envolvido no desenvolvimento neurológico do seu embrião.
Uma vez que você fique grávida, o ferro passa a ser ainda mais importante. Entre os motivos estão: 
  •          a quantidade de sangue aumenta do seu corpo em até 50% durante a gestação, então mais ferro é necessário para produzir mais hemoglobina.

  •          ferro a mais também é usado pelo bebê em desenvolvimento e pela placenta, especialmente no segundo e terceiro trimestres.

  •          muitas mulheres precisam de ferro porque já começaram a gravidez com estoques insuficientes (carência de ferro pode levar a um tipo de anemia associada a partos prematuros, baixo peso do bebê ao nascer e até, em casos mais graves, mortalidade infantil). É comum mulheres terem anemia por causa dos sangramentos da menstruação.

Para as mulheres grávidas essa quantidade de ferro mínima é de 27 miligramas por dia, e para as não grávidas, de 15 a 18 miligramas.

As carnes vermelhas são uma das melhores fontes de ferro para gestantes.

Era comum que antigamente se recomendasse a ingestão de fígado, já que ele contém grande concentração de ferro, mas, hoje em dia, sabe-se que ele também tem quantidades de vitamina A que podem ser excessivas durante a gravidez, por isso é melhor evitá-lo.

Se você é vegetariana, pode recorrer a legumes, verduras e grãos para suprir suas necessidades de ferro.

Existem dois tipos de ferro: o ferro não heme, encontrado nas plantas, assim como em carnes, aves e peixes, e o ferro heme, achado somente em produtos de origem animal. O corpo humano tem mais facilidade de absorver o ferro heme (embora o não heme seja usado na composição de alimentos enriquecidos com ferro e em suplementos).

Você não precisa comer um bife gigante para satisfazer suas necessidades diárias de ferro. Na realidade, uma pequena porção de carne ou peixe junto com outros alimentos auxilia seu corpo a absorver mais do ferro já presente nos acompanhamentos. 

Alimentos ricos em ferro heme: 

Carnes vermelhas, aves e peixes são todos boas fontes deste tipo de ferro. 

·         85 gramas de bife de acém: 3,2 mg
·         85 gramas de bife de filé mignon: 3 mg
·         85 gramas de peru assado, carne escura: 2 mg
·         85 gramas de peru assado, peito: 1,4 mg
·         85 gramas de frango assado, carne escura: 1,1 mg
·         85 gramas de frango assado, peito: 1,1 mg
·         1 filé de linguado (127 gramas): 0,4 mg
·         85 gramas de salmão: 0,4 mg
·         85 gramas de lombo de porco: 0,8 mg

Alimentos ricos em ferro não heme: 

·         1 xícara de cereal enriquecido com ferro: 24 mg
·         1 xícara de aveia instantânea enriquecida : 10 mg
·         1 xícara de lentilha cozida: 6,6 mg
·         1 xícara de feijão mulatinho cozido: 5,2 mg
·         1 xícara de grão-de-bico: 4,8 mg
·         1 xícara de feijão preto cozido: 3,6 mg
·         1/2 xícara de tofu firme: 3,4 mg
·         1/2 xícara de espinafre cozido: 3,2 mg
·         1/4 xícara de uvas passas: 0,75 mg

Como posso aumentar a minha absorção do ferro? O truque para favorecer a absorção do ferro. Veja a seguir mais algumas dicas para obter ferro na sua alimentação: 

·         Evite consumir chá e café com suas refeições, porque eles contêm substâncias conhecidas como fenóis que interferem na absorção do ferro. Independentemente disso, é importante restringir o consumo de cafeína durante a gravidez;

·         Inclua alimentos ricos em vitamina C, como laranja, morangos e brócolis, em todas as refeições, especialmente quando consumir fontes vegetarianas de ferro, como feijão (a vitamina C tem capacidade de aumentar a absorção do ferro em até seis vezes);

·    Se você toma algum suplemento de cálcio ou até antiácidos, procure consumi-los entre refeições, e não durante, porque eles reduzem a absorção do ferro.


Texto elaborado por AMANDA REIS – NUTRICIONISTA.


Alimentar-se bem durante a gravidez muitas vezes parece uma tarefa complicada, especialmente porque há informações tão contraditórias a respeito do que faz ou não bem para você e seu  bebê em desenvolvimento.

Durante a gravidez, comer bem é a garantia que o seu bebé vai receber tudo o que precisa. Mas o que as pessoas não costumam saber é que leva algum tempo para se formarem as reservas suficientes, especialmente de ácido fólico e de ferro, que o feto necessita durante os primeiros dias.
O ácido fólico, também conhecido como vitamina B9, é especialmente importante logo desde o início da sua gravidez. À medida que os tecidos maternos (sangue, útero, etc.) expandem, as necessidades nutricionais de ácido fólico aumentam. As necessidades nutricionais estimam-se que seja de 0,4 mg/dia para mulheres grávidas, comparadas com 0,3 mg/dia para a população em geral. O ácido fólico tem um papel crucial na formação e funcionamento do sistema nervoso do feto e também tem um papel importante no desenvolvimento e na produção de glóbulos vermelhos.
Atualmente, a Direção-Geral de Saúde recomenda que todas as mulheres façam suplementação em ácido fólico, pelo menos 2 meses antes de engravidar, e que continuem a suplementação durante o primeiro trimestre ou até ao longo de toda a gravidez. É por isso útil fazer um check-up antes de engravidar. Mas nem tudo é programado e previsível. Se não teve tempo antes de engravidar, não entre em pânico!!!
Se não tomou ácido fólico antes ou no início da sua gravidez, não se preocupe. Lembre-se que uma alimentação completa, variada e equilibrada permite-lhe satisfazer na totalidade ou em parte as suas necessidades diárias. Os alimentos mais ricos em ácido fólico são:
·   Hortaliças verdes (espinafre, brócolis, espargo, couve, alface, feijão-verde) e outros vegetais como beterraba, cenoura e abóbora;
·         Carnes vermelhas, fígado de vitela;
·         Miúdos de aves, fígado;
·         Gema de ovo;
·         Leguminosas como feijão, grão de bico, milho, lentilhas, etc.;
·         Frutas (laranja, limão, morango, framboesa, toranja e mamão);
·         Macarrão integral;
·         Milho;
·         Cacau;
·         Abacate;
·         Tomate.


Texto elaborado por AMANDA REIS – NUTRICIONISTA.


O que sempre queremos quando estamos fazendo dieta é ir em busca de receitas leves e que possam nos ajudar a manter as nossas refeições mais saudáveis, afinal de contas é uma tentação grande resistir ás guloseimas. É por isso que existe a receita funcional, pois ela é uma forma mais bem preparada de um ingrediente, ou seja, ela possui nutrientes mais leves e com ótimas propriedades que as versões normais, isso ajuda a usarmos essas dicas em casa para preparar pratos caseiros naturais e mais simples. 

Bolinho de chuva remete às melhores lembranças da infância. Agora que você cresceu, a receita também evoluiu. Confira agora esta versão que não é frita e ainda traz muita funcionalidade, a partir de novos ingredientes.

Bolinho de chuva assado? Sim. Uma opção saudável não só para os dias de chuva. Assado, com farinha integral e adoçante fica uma receita mais saudável e deliciosa para o lanche da tarde.

Ingredientes:

  • 2 ovos inteiros
  • 3 colheres de sopa de farinha de arroz
  • 1 colher de sopa de farinha de trigo integral
  • 2 colheres de sopa de adoçante culinário
  • 2 colheres de sopa de leite em pó desnatado
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 3 gotas de baunilha
  • 1 pitada de sal
  • Modo de preparo:
  • 1. Bata os ovos no liquidificador junto com adoçante, o leite, o sal e a baunilha.
    2. Em um recipiente, junte as farinhas e o fermento.
    3. Mexa juntando os ingredientes que foram batidos.
    4. Coloque a massa em forminhas pequenas.
    5. Asse em forno preaquecido a 160ºC por 10 minutos. Sirva em seguida.
    6. Dica: Salpique açúcar mascavo com canela sobre os bolinhos. Fica uma delícia!

  • Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.


A relação entre os alimentos que você ingere e sua saúde já é velha conhecida, o que algumas pessoas ainda não conhecem é a relação dos alimentos com a fertilidade feminina.

Muitos casais têm um relacionamento feliz, com amor, confiança e compreensão, mas acreditam que ele poderia ser ainda melhor com mais um integrante: um bebê. No entanto, nem sempre a gravidez ocorre facilmente e, às vezes, é necessário pensar em tratamentos específicos ou até mesmo rever os próprios hábitos. E sabia que a alimentação da futura mamãe pode ser um fator importante na hora de aumentar a família? Mulheres com desequilíbrios ovulatórios são as que mais se beneficiam com uma dieta pró-fertilidade. A principal conclusão de cientistas foi constatar que a insulina e a enzima globulina influenciam na ovulação feminina e a ação dessas duas substâncias é resultado direto dos alimentos que são consumidos. 

Vale ressaltar que os problemas de fertilidade devem ser investigados por médicos especialistas. Confira a seguir os cuidados na alimentação que podem ajudar você ganhar a barriga que tanto deseja!!! 

E sabia que quanto mais dentro do peso a pessoa estiver maior a chance dela ter filhos? A mulher com sobrepeso ou obesidade já tem uma taxa de hormônios masculinos maior porque o tecido adiposo produz mais andrógenos periféricos. Ela pode deixar de ovular só por causa da obesidade.
A melhor forma de baixar a carga glicêmica é combinando alimentos do grupo dos carboidratos com o das proteínas. Ou seja, em vez de comer o pão puro, você pode recheá-lo com peito de peru ou atum. E se acrescentar uma gordura boa, como a do azeite extra-virgem, você controla ainda melhor essa carga glicêmica. 
Algumas fontes de alimentos de baixo índice glicêmico: arroz integral, aveia em flocos, mandioquinha, batata-doce, milho, inhame, quinoa, maçã, pera, ameixa, atum e grão-de-bico.
As proteínas, principalmente, as dos vegetais também podem te ajudar na hora de tentar engravidar. A maioria das dietas, principalmente, a brasileira, ultrapassa essa "cota saudável" de proteína animal. Consumir carnes três vezes por semana já é suficiente. Boas fontes de proteínas vegetais são: soja, feijão, grãos, cogumelos, grão-de-bico, quinoa.  
leite integral causa uma menor oscilação na insulina. O fato de o alimento ser integral faz com que ele seja absorvido de forma mais lenta pelo organismo, garantindo saciedade e menor oscilação da globulina, que ajuda no transporte dos hormônios ligados à fertilidade.
O sorvete se mostrou eficiente nos estímulo da ovulação, ou seja, um sorvetão com chantilly é um aliado às tentantes além de ser delicioso. Consumir 2 vezes por semana já bastam para obter os resultados pretendidos, porém cuidado com o ganho de peso que pode produzir um efeito contrário.
As gorduras poli-insaturadas, presentes nos óleos de soja e canola, deram indícios de que protegem o aparelho reprodutor feminino. Alimentos fontes de gordura insaturada, como o ômega 3, também são aconselhados. Ela está presente na linhaça, nas nozes, na chia e nos peixes de águas profundas e frias (salmão, bacalhau, atum, sardinha, truta). 
Um nutriente que muitas mulheres não sabem da importância para a gerar um bebê é o licopeno, que está presente, principalmente, nos tomates. Ele é benéfico para os ovários, ajudando a regular a produção hormonal e deixando o ciclo ovulatório normal. Além do tomate, outras boas fontes do nutriente são: melancia, goiaba vermelha, mamão papaia, cenoura, abóbora, caqui e pitanga.  
A vitamina A ajuda na produção de hormônios femininos. Já a vitamina D ajuda o corpo na ovulação, garantindo o equilíbrio hormonal. Fontes de vitamina A: fígado, ovos, agrião, couve, espinafre, cenoura, manga, mamão. Boas fontes de vitamina D: sardinha, atum, iogurte, ovos, fígado, manteiga. Mas a principal fonte do nutriente é a luz solar, bastam 15 minutos diários de exposição para conseguir sintetizar a vitamina.
Outra vitamina que não pode faltar no cardápio e que dá uma ajudinha extra para a "cegonha" é a vitamina C. Além de ser essencial para manter a imunidade em dia, diminuindo o risco de doenças, devido ao seu poder antioxidante, a vitamina C normaliza a ovulação (laranja, limão, abacaxi, mamão, goiaba, pimentão).
A vitamina E atua, principalmente, melhorando a qualidade do endométrio e do útero, aumentando a vascularização da região. Em estudos realizados com ratos, uma das maiores causas da infertilidade comprovadas é a falta de vitamina E, que protege o DNA (alface, agrião, espinafre e couve, óleos vegetais).
E aí entram vários nutrientes, entre eles, o zinco e o selênio que ajudam a regular a produção hormonal, deixando os hormônios nas quantidades ideais para a fertilidade. Alimentos fontes de zinco: ostras, nozes, castanhas, carne bovina, farelo de aveia. Fontes de selênio: gérmen de trigo, atum, salmão, alho, castanha-do-pará, ovos, arroz integral. 
A água é essencial para que reações químicas aconteçam no seu organismo de forma adequada. A quantidade recomendada é de no mínimo dois litros por dia. 
A deficiência do ferro pode prejudicar na fertilidade de quem anseia por um filho. Quando o ferro está em baixa no organismo da mulher, ela pode não ovular. Além disso, sua ausência pode causar anemia ferropriva, que diminui o oxigênio no organismo, deixando-o insuficiente para que o organismo complete suas funções vitais. Boas fontes: carne vermelha, fígado, aves e peixes, vegetais verde-escuros, leguminosas. 
Atenção! Se você é vegetariana, procure um nutricionista para avaliar se há alguma deficiência de minerais ou vitaminas, a deficiência mais comum é a de Zinco.
Texto elaborado por AMANDA REIS - NUTRICIONISTA.



A busca por uma vida saudável e por uma boa forma física vem atraindo cada vez mais pessoas às academias, aos treinamentos funcionais, às lutas corporais e às corridas de ruas. O resultado dos exercícios físicos está ligado não apenas às horas investidas nas atividades e aos bons equipamentos. Uma alimentação adequada, antes do treino, é fundamental para alcançar os objetivos planejados.

Existem alimentos que são indicados antes do treinos, pois vão auxiliar no rendimento do atleta. Os alimentos ricos em carboidratos e proteínas são os mais indicados para o pré-treino, já que os carboidratos vão evitar o catabolismo muscular, ou seja, a perda de massa magra, e contribui para o rendimento do atleta. 

refeição pré-exercício tem como objetivo fazer com que o praticante não se sinta fadigado e tenha um bom desempenho durante a atividade. Para todos os tipos de treinos: aeróbico (corrida, ciclismo, luta) ou de força (musculação), a sugestão é investir em alimentos que são fontes de carboidratos.

Mas, não ache que todos os tipos de carboidrato são fontes de energia para a musculação. Os carboidratos simples devem ser evitados, afinal são digeridos rapidamente. Quando a digestão é acelerada, a taxa de glicose sobe e assim pode ocasionar picos de energia seguidos de queda energética no organismo, podendo dar tontura durante o treino. Os alimentos que contêm carboidratos simples são os refinados, como pão branco, bolachas recheadas, mel e açúcares.

Antes dos treinos, indico consumir carboidratos complexos, pois demoram a ser ingeridos e assim evitam a queda de níveis glicêmicos. Aposte nos pães integrais, arroz integral, batata doce, salada de frutas, iogurte ou açaí acompanhados de grãos (linhaça dourada, granola, aveia ou quinoa real).

No pré-treino a sugestão é investir em frutas, torradas, cereais, iogurtes, frios magros, bebida à base de soja e compostos de proteína em pó (como isolado do soro do leite, ou soja). Se o dia estiver muito corrido, aposte no isotônico, no caso de corridas, e em um shake de proteínas - no caso de musculação.

Texto elaborado por AMANDA REIS – NUTRICIONISTA.